Bibiana Antoniacomi
Mentora

Como o site é meu e me responsabilizo pelo conteúdo, nada mais justo do que falar sobre mim mesma na primeira pessoa!

Sou uma superfã do termo “auto responsabilidade”. O que somos é o conjunto das decisões e, principalmente, de nossas ações.

Meu nome é Bibiana Antoniacomi, sou empresária do turismo, mentora 8Ps de marketing digital, ajudo empresários a venderem mais e, antes de tudo, sou mãe.

Como cheguei até aqui? Se você se interessa pela minha jornada, é só continuar a leitura para saber um pouco mais.Ler toda história

Costumo dizer que sou daquelas pessoas que gostam de segundas-feiras. Adoro meu trabalho e no fim de semana fico cheia de ideias que quero colocar em prática logo.

Nasci em Curitiba, em 1975. Cresci em Rio Branco do Sul, cidadezinha próxima à capital do Paraná. Meu pai é contador e minha mãe é diretora de escola estadual (quando eu era criança, ela era dona de casa). Como filha e neta mais velha, fui sempre aquela garota responsável, que ia bem na escola e tirava boas notas.

Estudei em colégio católico e sou da geração que ainda conheceu computadores sem hard-disk. A rotina era tirar e colocar disquetes para usar os programas. Sou da época que usávamos DOS, com telinhas verdes, e não era nada intuitivo – tínhamos que decorar os comandos.

Gostava tanto que fiz curso técnico de Processamento de Dados. Mas, ali percebi que minhas habilidades eram outras. O que restou daquela época? Não tenho medo de tecnologia, apesar de ter assistido muitos filminhos da época da Guerra Fria, quando apertar um botão vermelho poderia disparar mísseis nucleares e acabar com o mundo.

Sempre gostei de estudar idiomas. Como morava fora de Curitiba, vinha aos sábados fazer curso de Inglês de manhã e de Espanhol à tarde (julgue-me, era nerd mesmo!). Ao contrário de amigas que até hoje lutam para falar inglês, ao terminar o ensino médio já falava bem dois idiomas estrangeiros. E a vontade de conhecer lugares diferentes só aumentava!

A opção de estudar Turismo na faculdade foi a mais acertada e a UFPR me acolheu muito bem e de lá guardo ótimas recordações e amizades. Unir idiomas com a vontade de conhecer novos lugares me motivava muito.

Mas ainda tinha um projeto do ensino médio não concluído. Como um intercâmbio particular estava fora de cogitação, quando tinha 15 anos fui atrás de alternativas mais econômicas. Convenci o Rotary Club da minha cidadezinha a começar o programa de intercâmbios e fui selecionada. Quando chegou minha vez, já estava na faculdade, mas não me importei. O desafio era bem legal! Fui a primeira intercambista brasileira na Venezuela, na época em que o país ainda era potência na América do Sul (sim, era muuuuiiiito rica!). Morava com uma família venezuelana, frequentava a escola normalmente e meu tutor do Rotary, o Sr. Enzo, me levava a diversos cantos do país, a palestrar sobre o Brasil. Para uma garota de classe média, que nunca tinha saído do país, foi uma experiência incrível!

Após quase um ano na Venezuela, ao voltar ao Brasil, bronzeada pela primeira vez na minha vida, fui para um curso intensivo de francês. Estava desperiodizada na faculdade e só retomaria no ano seguinte. E entrava mais um idioma para a galeria de preferências. Ainda hoje não falo francês fluentemente, mas a-do-ro quase tudo ligado à França e, anos depois, realizei meu sonho de estudar na Aliança Francesa de Paris. Paixão antiga!

Enquanto não voltava à faculdade, um amigo me ofereceu estágio em sua agência de publicidade. Um universo novo se abria! Aquela correria que a maioria das agências têm até hoje. Fui contratada para o departamento de mídia e, mais tarde, um cliente me chamou para trabalhar com ele.

Era a oportunidade para atuar no Turismo, que estudava também, no curso noturno da UFPR. O desafio era coordenar o marketing de uma rede de hotéis de Curitiba, que ainda estava começando. Era bem jovem (21 anos), mas não me intimidava com quase nada. Neste período usei minhas férias (julgue-me, de novo!) para estagiar em um hotel internacional de luxo de São Paulo. Queria saber mais sobre o operacional e lá fui eu, trabalhar 4 semanas em todos os setores! Lembro que atravessava a cidade para ir para o hotel e decidi lá mesmo que não queria morar em São Paulo.

Antes de assumir mais responsabilidades no trabalho, queria passar um tempo em um país de língua inglesa. Pedi demissão, mesmo ganhando bem e com várias responsabilidades. Com o que tinha economizado, fui para o Canadá (no verão, claro!). Sabe aquele medo de deixar coisas para trás e começar algo novo? Nunca tive! Foi uma experiência fantástica e até hoje é um dos meus países preferidos. Viajei no primeiro mês pela região de Ontário e Quebec e depois fiquei mais um mês em Toronto, na casa de uma canadense. Estudava inglês de manhã e aproveitava a cidade depois.

Naquele ano, me formei e decidi procurar uma pós-graduação com foco em Gestão. Sentia falta disso na faculdade. Um professor recomendou a ESADE de Barcelona, que ainda hoje é uma das referências na Europa. Peguei as economias e, de novo, fui embora. 10 meses em Barcelona, aprendendo sobre Gestão em uma escola de negócios top. Esse era o plano. Vida de estudante, morando em república com alemãs, argentinas, belgas e espanholas. Sem dinheiro para explorar a Europa, pois a pós-graduação era caríssima. Fiz estágio em uma consultoria turística e meu projeto era para a Bolívia – um manual para restaurantes em locais turísticos. Ali já pude perceber quão despreparados são muitos empresários. E a realidade no Brasil não era nada diferente!

No período na Espanha, comecei a estudar alemão. A ideia era escrever o Plano de Negócios, que era o trabalho de conclusão, na Alemanha. E queria ficar, mas não consegui alterar o visto. Hora de fazer as malas novamente, 13 meses depois de sair do Brasil.

De volta ao Brasil, voltei algum tempo depois para a rede hoteleira, mas agora para coordenar também a área comercial. Ter passado um tempo no hotel em São Paulo e a pós-graduação na Espanha tinham me dado uma visão mais global e, como era a única chefia que não era casada ou tinha filhos, era natural que ficasse nos plantões muitos finais de semana! E, assim, fui conhecendo mais do negócio.

Mas tinha deixado um namorado na Alemanha, que veio me visitar e decidimos nos casar. E assim lá estava eu, um tempo depois, voltando para a Europa. Desta vez, com visto em dia para ficar na Alemanha.

Morar em um país com cultura diferente da sua é sempre um desafio. O sistema educacional alemão é bem diferente do nosso e lembro-me de meus colegas do primeiro emprego (um hotel de luxo), me olharem torto por não ter feito a formação dual que todos fazem lá (escola técnica + trabalho). O fato de ter feito faculdade deixava-os desconfortáveis, pois não era assim na carreira hoteleira por lá.

Da hotelaria fui para uma agência de receptivo. Organizava a viagem de pessoas do mundo todo que vinham para as feiras na Alemanha. O país é famoso por isso desde a Idade Média! Os perfis de clientes eram os mais variados e adorava organizar viagens de incentivo, onde planejávamos programas bem diferentes e requintados para grupos de empresas.

Um tempo depois, uma amiga me convidou para ser sócia de sua operadora de turismo. Adorei e assim começou mais uma jornada. Vendíamos na internet (2003 a 2006 – éramos ousadas!) e em feiras de turismo viagens para a Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Viajava pela Alemanha montando as feiras, expondo e vendendo. Era muito trabalho, mas superbacana para conhecer bem o público.

Neste período, nasceu minha filha. Ela ia comigo às feiras, bebezinha, com roupinha do Brasil. Era a atração do estande! Mas, com bebê, o plano era voltar ao Brasil, ficar mais perto da família. E foi isso que fizemos bem no comecinho de 2007. Nosso ano começou no Réveillon de Copacabana e no dia 01/01/07 voamos para Curitiba para recomeçar. 4 malas e 6 caixas. Era esse nosso recomeço, além do apartamento que tínhamos e estava vago, nos esperando.

Em 2006 tinha estado em Curitiba para arrumar nosso apartamento e sondar o mercado. O plano era montar uma agência de receptivo na cidade e atender estrangeiros. Meu, então, marido tinha uma agência de eventos na Alemanha e resolvemos unir os dois negócios aqui.

E, assim, surgia a Special Paraná Turismo & Eventos, em 2007. O começo foi difícil, mas sempre trabalhamos com foco na satisfação do cliente e de maneira inovadora. A história da agência continua sendo escrita a cada dia, mas uma virada importante foi quando comecei a usar o Método 8Ps.

O ano de 2014 foi muito marcante. Por um lado, todos os preparativos para a Copa e por outro, divórcio de um casamento de 14 anos. Quem já passou por isso sabe o quão difícil pode ser. No meu caso, transformei o divórcio em combustível para focar nos negócios.

A Copa tinha passado, tivemos faturamento recorde, milhares e milhares de clientes muito bem atendidos e não queria nem poderia deixar que a empresa desabasse no ano seguinte. É o que normalmente acontece após grandes eventos em todos os países. Queria fazer um novo site e fui estudar, entender o que era importante.

Sempre me considerei uma pessoa do marketing e encontrei a “bíblia” do Conrado Adolpho – 8Ps do Marketing Digital em uma livraria próxima à agência. Usei o método para estruturar o site, o conteúdo do blog, fiz curso online do método 8Ps, assinei o portal e entrei definitivamente na Conradolândia.

No final de 2015, o Conrado começou a mentorar empresários em Campinas e me candidatei. Fui uma das primeiras mentoradas, já em fevereiro de 2016. Consegui mudar meu negócio, focar no que era importante e, principalmente, atravessar com tranquilidade períodos conturbados da economia brasileira.

Não acredito em colocar culpa em ninguém, muito menos no governo. Lembra que escrevi que sou fã da auto responsabilidade? E isso significa tomar a rédea da própria vida, dos negócios e seguir adiante.

Em 2016 comprei a parte do meu sócio (ex-marido) e fiquei ainda mais focada. A agência, agora, era só de Turismo Receptivo e fazendo o que mais gosto: encantar quem vem à Curitiba, oferecendo serviços de primeira e atendimento nota 10.

No final de 2017 o Conrado Adolpho mudou o formato dos cursos 8Ps e os transformou em imersões. E teria também uma turma de mentores para ajudar empresários do Brasil inteiro a implementar o método e vender mais. Enviei o formulário de aplicação, gravei um vídeo e fui escolhida! Uma turma incrível, com a qual tenho aprendido muito, com acompanhamento próximo do Conrado, um supermestre e guru de marketing e mentalidade.

Desde 2018 tenho me dedicado a estudar ainda mais, tenho participado das imersões e de cursos que têm ajudado muito tanto minha empresa como os empresários que tenho mentorado.

Essa é a minha história, de forma resumida. Fico feliz em compartilhá-la com você!

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